TRADUZINDO

Byrne Moderno

mm2byrne

Sai esta semana. E compra-se aqui.

O gibi mais antigo na minha coleção, quando eu era criança, era um Capitão América de 1983 que meus pais compraram só para eu ler as figurinhas. Não tinha capa nem as primeiras páginas, e já entrava numa história do John Byrne. Talvez minha fixação venha daí.

Já escrevi sobre minha fixação byrneana. Sinceramente, passei anos de infância colocando ele em outro patamar, inalcançável pelos outros desenhistas de gibi. Deve ser o autor que eu mais reli na vida. Enquanto traduzia esse livro, então, tive que me segurar para fazer poucas páginas por dia. Preparar o material extra (a bibliografia de Byrne, com as edições correspondentes no Brasil) foi nostalgia.

Mestres Modernos é uma coleção de longas entrevistas com quadrinistas dos EUA. As entrevistas são da década passada, mas sempre faço um posfácio atualizando a carreira do artista desde o final da conversa. Traduzi o do George Pérez, que saiu ano passado, e também o de José Luis García-López, que sai no fim deste ano. A editora é a Marsupial, que ainda vai lançar a __________ do _____________, mais dois livros do ________________ e um quarto _________________ com o __________________, sem falar na obra teórica do _______________ e por isso é a melhor editora do mundo.

(Esta postagem foi revisada pelo editor da Marsupial, ________________.)

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