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scott mccloud



Contabilidade, 2015

Meu último post tem quase quatro meses e já estamos no final de fevereiro. Alguém ainda aguenta retrospectiva 2015? Bom, isso é mais pra mim. Já virou tradição fazer minha contabilidade em público, revendo as traduções (e outros projetos) em que eu me envolvi no ano que passou. Fica de registro de uma época. Vamos lá. Me envolvi em 51 projetos de tradução em 2015. Foram 7,7 milhões de toques, 2400 páginas originais de prosa, quase 6000 originais de HQ. Mais [ . . . ] LEIA MAIS


27/02/2016

Semana Empilhada 1 – 28/9 a 4/10

The Sandman Overture #6 saiu 23 meses depois da #1. À primeira leitura, é uma das HQs mais mccay-steranko-druilletianamente-lindas da história. Quanto à trama, me perdi faz tempo. (Resenhei o #1 quando saiu.) Mark Millar (Wanted, Kick-Ass, Kingsmen) vendeu mais uma HQ para o cinema  antes de a HQ em questão ser lançada. Chama-se Huck. É a primeira em que ele vai dividir os lucros com um brasileiro, Rafael Albuquerque. Albuquerque falou ao Omelete que o filme pode começar as filmagens na metade [ . . . ] LEIA MAIS


04/10/2015

Dia do Tradutor

Já faz um tempo desde meu último update sobre traduções. E saíram HQs bem interessantes desde fevereiro. A maioria foi pela Panini/Vertigo. O primeiro volume de Coffin Hill, o segundo de iZombie, a primeira parte de Vampiro Americano – Segundo Ciclo, a conclusão de O Despertar. Planetary/Batman saiu em edição de luxo e traduzi o roteiro enxutíssimo do Warren Ellis para os extras. ZDM voltou para minhas mãos com um calhamaço de 300 páginas no volume 6. E Os Invisíveis segue em frente com o volume 5. Na [ . . . ] LEIA MAIS


30/09/2015

Pessoas Que Disseram Coisas: Barry, Darrow, Kot, Gaiman, McCloud, Muñoz, Vaughan, Vivès

Tem gente que acha que quem vai escrever um conto tem que seguir estrutura de conto. É como achar que só temos dentes porque existe dentista. Lynda Barry e suas aulas de criatividade. Mas por que terminar Zero daquele jeito? A última edição foi um dos gibis mais bizarros e herméticos do mundo: tem fungo que conversa com gente, balas que saem de crânios e participação especial de William S. Burroughs. Não achei nada mais apropriado. Não quero ficar interpretando porque não existe [ . . . ] LEIA MAIS


31/07/2015

Le Petit Livre de la Bande Dessinée

Se fosse lançado no Brasil, Le Petit Livre de la Bande Dessinée seria chamado de O Pequeno Livro da Bande Dessinée. Traduzir para “da História em Quadrinhos” pode ser um engano, pois a história dos quadrinhos que o livro conta é a história do ponto de vista franco-belga. Bien sûr, é um álbum lançado no mercado franco-belga, produzido por autores franceses: Hervé Bourhis e Terreur Graphique. Entenda-se que não é só a história do quadrinho franco-belga, mas do ponto de vista franco-belga. E o invejável mercado [ . . . ] LEIA MAIS


16/03/2015