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Contabilidade, 2015

Meu último post tem quase quatro meses e já estamos no final de fevereiro. Alguém ainda aguenta retrospectiva 2015? Bom, isso é mais pra mim. Já virou tradição fazer minha contabilidade em público, revendo as traduções (e outros projetos) em que eu me envolvi no ano que passou. Fica de registro de uma época. Vamos lá. Me envolvi em 51 projetos de tradução em 2015. Foram 7,7 milhões de toques, 2400 páginas originais de prosa, quase 6000 originais de HQ. Mais [ . . . ] LEIA MAIS


27/02/2016

I Jornada Traduzindo Quadrinhos

A coordenação do meu curso de doutorado me convidou a organizar um mini-evento sobre Tradução de Quadrinhos. Coincidentemente (ou não?) tem dois tradutores de quadrinhos extremamente prolíficos que moram em Florianópolis. Convidei os dois para falar da vida de traduzir gibi e eles toparam. O Mario Luiz C. Barroso traduz umas mil ou mais páginas de gibis Marvel/DC por mês, e faz isso desde a máquina de escrever. Na descrição oficial do evento, escrevi que o nome dele está em mais de [ . . . ] LEIA MAIS


10/10/2015

Contabilidade, 2014

Traduzi uns 8 milhões de toques em 2014. Em 2013 foi um pouco mais de 10 mi. Tive mais projetos de tradução em 2014 – foram uns 40, que é recorde – mas mais curtinhos que o do ano anterior. Em páginas, foram 2800 e poucas de prosa, 400 e poucas de livro ilustrado e mais de 4000 de HQ. Achei curioso que traduzi três biografias de englishmen: do Robert Plant (Uma Vida, de David Rees, que saiu em agosto pela LeYa), do Richard Dawkins (Fome [ . . . ] LEIA MAIS


16/02/2015

Pessoas que Disseram Coisas: McCloud, Vaughan, Trexler, Iñarritu, Quitely

  A grande falha que temos nesse momento na cena de quadrinhos é quando acontece de um grande quadrinista achar que não pode seguir adiante, pelo motivo que for. Se existe uma crise por aí, é essa. Mas o fato de que existe tanta HQ incrível só pode acalentar o coração. Dá para perceber que temos uma arte saudável. Pelo menos é o que me parece. Confusa e acachapante de tão imensa. Ela engloba um conjunto vertiginoso de ideais, mensagens, criatividade. E é assim que [ . . . ] LEIA MAIS


19/12/2014

A Vertigo da Marvel

Há pouco mais de vinte anos, a DC tinha um número considerável de séries que destoava do veio principal Superman-Batman-Liga da Justiça. Sandman instigava gente que não lia nenhum outro gibi, Patrulha do Destino tinha heróis transsexuais contra vilões dadaístas, Constantine já havia mostrado o dedo médio pro diabo em Hellblazer, Shade The Changing Man… bom, era Shade The Changing Man. Essas e mais umas poucas tinham em comum não levarem selo do Código de Ética e, se tinham super-heróis, eram uns super-heróis bizarrinhos. A DC resolveu [ . . . ] LEIA MAIS


05/10/2014