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Contabilidade, 2015

Meu último post tem quase quatro meses e já estamos no final de fevereiro. Alguém ainda aguenta retrospectiva 2015? Bom, isso é mais pra mim. Já virou tradição fazer minha contabilidade em público, revendo as traduções (e outros projetos) em que eu me envolvi no ano que passou. Fica de registro de uma época. Vamos lá. Me envolvi em 51 projetos de tradução em 2015. Foram 7,7 milhões de toques, 2400 páginas originais de prosa, quase 6000 originais de HQ. Mais [ . . . ] LEIA MAIS


27/02/2016

Semana Empilhada 3 – 12 a 18/10

Sous le soleil de minuit, primeiro álbum de Corto Maltese sem a participação de Hugo Pratt, saiu na França. O roteiro é de Juan Díaz Canalès e Rubén Pellejero, que, segundo críticos, mantêm o espírito da série com uma leve atualização do personagem. Tiragem inicial: 300 mil. Por coincidência, a Mino anunciou HQs de um pai e um filho declaradamente influenciados por Corto Maltese: Fabio Cobiaco lança Mayo e Pedro Cobiaco lança Aventuras na Ilha do Tesouro no FIQ. Lançamentos notáveis nos EUA durante a [ . . . ] LEIA MAIS


18/10/2015

Dia do Tradutor

Já faz um tempo desde meu último update sobre traduções. E saíram HQs bem interessantes desde fevereiro. A maioria foi pela Panini/Vertigo. O primeiro volume de Coffin Hill, o segundo de iZombie, a primeira parte de Vampiro Americano – Segundo Ciclo, a conclusão de O Despertar. Planetary/Batman saiu em edição de luxo e traduzi o roteiro enxutíssimo do Warren Ellis para os extras. ZDM voltou para minhas mãos com um calhamaço de 300 páginas no volume 6. E Os Invisíveis segue em frente com o volume 5. Na [ . . . ] LEIA MAIS


30/09/2015

Paul Gravett no Brasil (entrevista)

Paul Gravett provavelmente seja o cara com conhecimento mais amplo sobre quadrinhos que existe no mundo. Ele é inglês, edita HQ e escreve sobre HQ desde os anos 80, publicou meia dúzia de livros bons e está sempre colaborando com revistas e sites sobre o que há de mais novo no quadrinho egípcio, no quadrinho colombiano, no quadrinho sul-africano, no quadrinho chinês – e dos americanos, ingleses, franco-belgas e japoneses, é óbvio. Para se manter informado e repassar o que encontra, ele tem uma [ . . . ] LEIA MAIS


12/08/2015